Google Shopping e Performance Max: Guia Completo para Escalar Vendas no E-commerce em 2026
Entenda como estruturar o Google Merchant Center, otimizar o feed de produtos, configurar campanhas Performance Max com asset groups e audience signals, e usar o ROAS target para escalar vendas com previsibilidade no e-commerce brasileiro.
Por Que o Google Shopping É o Canal de Performance Mais Poderoso para o E-commerce em 2026
Quando um consumidor brasileiro digita "tênis de corrida masculino tamanho 42" no Google, a primeira coisa que ele vê não é um link azul de texto — são fotos de produtos com preços, nomes de lojas e avaliações exibidas em destaque antes de qualquer resultado orgânico. Esse é o Google Shopping, e dominar esse canal é hoje uma das alavancas de crescimento mais diretas disponíveis para qualquer loja virtual.
Em 2026, o Google Shopping representa em média 65% a 75% do total de cliques pagos gerados por campanhas de e-commerce no Google Ads no Brasil, segundo dados consolidados de agências especializadas em mídia de performance. Para lojas de moda, eletrônicos, casa e decoração e esportes, esse número pode ultrapassar 80%. A razão é simples: o formato visual com foto, preço e nome da loja captura a atenção do usuário exatamente no momento em que ele está pronto para comprar.
Mas o Google Shopping de 2026 é radicalmente diferente do que existia três ou quatro anos atrás. A ascensão do Performance Max (PMax) transformou a forma como o Google distribui campanhas de shopping — integrando inventário de busca, YouTube, Gmail, Display e Discover em uma única campanha orientada por inteligência artificial. Para quem entende como funciona, o PMax é uma máquina de escalar receita. Para quem não entende, é uma caixa-preta que consome orçamento sem resultados claros.
Este guia cobre toda a estrutura necessária para tirar o máximo do Google Shopping e do Performance Max em 2026: do Google Merchant Center e da qualidade do feed de produtos até a configuração avançada de asset groups, audience signals e estratégias de ROAS target que permitem escalar com previsibilidade.
Google Merchant Center: A Fundação que Determina Tudo
Nenhuma campanha de Google Shopping ou Performance Max funciona bem sem um Google Merchant Center saudável. O Merchant Center é o sistema onde o Google recebe, valida e aprova o catálogo de produtos da sua loja antes de exibi-los como anúncios. Erros nessa camada se propagam para todas as campanhas — e muitos lojistas desperdiçam orçamento significativo sem perceber que o problema está na base, não nas configurações de lance.
Configuração Essencial do Merchant Center
O primeiro passo é garantir que o Merchant Center está corretamente vinculado ao domínio verificado e à conta do Google Ads. Em 2026, o Google utiliza o Merchant Center Next, interface unificada que consolida diagnósticos de feed, insights de mercado e relatórios de desempenho por produto em um único painel.
As configurações críticas que precisam estar corretas:
- Verificação e reivindicação do domínio: o Google exige que você prove que é o proprietário do site. Faça via Google Search Console (método mais rápido) ou por meta tag HTML. Sem isso, os produtos não serão exibidos
- Política de devolução e envio: desde 2024 o Google exige que a política de devolução esteja configurada no Merchant Center e seja consistente com o que está no site. Lojas sem essa configuração recebem penalizações de qualidade que reduzem impressões dos anúncios
- Informações de frete: configure as transportadoras, prazos e valores de frete no Merchant Center. O Google exibe essas informações diretamente no anúncio — lojas com frete configurado de forma precisa têm CTR significativamente superior
- Programa de avaliações de produto: ative o Google Customer Reviews ou integre com uma plataforma de avaliações compatível. Os ratings com estrelas nos anúncios aumentam o CTR em até 17%, segundo dados internos do Google
- Conversões vinculadas: o Merchant Center deve estar corretamente vinculado ao Google Ads e as conversões de compra devem estar rastreando. Sem dados de conversão confiáveis, os algoritmos de lance inteligente não funcionam
Diagnósticos e Reprovações: Como Resolver
O painel de diagnósticos do Merchant Center mostra quais produtos estão reprovados e por quê. As reprovações mais comuns em 2026 são: imagens com sobreposição de texto ou marca d'água, preços inconsistentes entre o feed e o site, produtos sem GTIN (código de barras) em categorias onde ele é obrigatório, e violações de política de dados estruturados. Monitore o Merchant Center ao menos uma vez por semana — uma reprovação em massa pode derrubar o desempenho de campanhas inteiras sem nenhum aviso no Google Ads.
Feed de Produtos: O Ativo Mais Valioso das Suas Campanhas de Shopping
O feed de produtos é o arquivo que contém todas as informações sobre o seu catálogo — títulos, preços, imagens, categorias, GTINs, disponibilidade e dezenas de outros atributos. A qualidade do feed determina diretamente em quais buscas seus produtos aparecem, qual posição ocupam e qual é o custo por clique. Um feed bem estruturado é, sem exagero, o ativo de mídia mais valioso que uma loja virtual possui no Google Ads.
Otimização de Títulos de Produto
O título é o atributo com maior impacto no matching de buscas. O Google usa os termos do título para decidir em quais consultas o produto será elegível para aparecer. A estrutura recomendada para títulos varia por categoria, mas o princípio universal é: coloque os termos mais específicos e de maior intenção de compra no início do título, dentro dos primeiros 70 caracteres (que são os exibidos no anúncio).
Exemplos de estrutura por categoria:
- Moda: [Marca] + [Tipo de Produto] + [Material/Tecido] + [Cor] + [Tamanho] — ex: "Nike Tênis de Corrida Air Max React Preto Masculino 42"
- Eletrônicos: [Marca] + [Modelo] + [Especificação Principal] + [Característica Diferencial] — ex: "Samsung Galaxy S25 Ultra 256GB Titânio Câmera 200MP"
- Casa e Decoração: [Tipo de Produto] + [Material] + [Dimensão] + [Cor/Estilo] + [Marca] — ex: "Sofá 3 Lugares Veludo Cinza 220cm Retrátil Reclinável Confort"
- Beleza: [Marca] + [Produto] + [Volume/Quantidade] + [Benefício Principal] + [Tipo de Pele/Uso] — ex: "La Roche-Posay Protetor Solar Anthelios 60ml FPS 60 Pele Oleosa"
Atributos Críticos para Performance
Além dos títulos, existem atributos que têm impacto direto na elegibilidade e no custo por clique das campanhas:
- GTIN (Global Trade Item Number): o código de barras do produto. Em categorias como eletrônicos, moda e alimentos, o GTIN é obrigatório. Produtos sem GTIN recebem menor qualidade de feed e menor elegibilidade para Shopping Actions. Quando o fabricante não fornece, use o atributo identifier_exists: false para evitar reprovação
- google_product_category: use a taxonomia oficial do Google (disponível em nível máximo de especificidade). Quanto mais específica a categoria, melhor o matching com buscas relevantes e menor o CPC
- product_type: campo livre que você controla. Use para criar segmentações personalizadas nas campanhas — ex: "Calçados > Tênis > Corrida > Masculino"
- custom_label (0 a 4): atributos personalizados para segmentar produtos em campanhas. Use custom_labels para identificar margem (alta/média/baixa), sazonalidade (verão/inverno), status de estoque (bestseller/liquidação) e prioridade de campanha
- sale_price: quando o produto está em promoção, o Google exibe o preço riscado ao lado do preço promocional — aumentando significativamente o CTR. Configure sempre que houver desconto ativo
Frequência de Atualização do Feed
Feeds desatualizados geram reprovações por inconsistência de preço, o que suspende temporariamente os produtos afetados. O ideal é atualizar o feed com frequência diária para lojas com variação de preço ou estoque frequente, ou pelo menos a cada 30 dias para catálogos estáticos. Ferramentas como o feed suplementar do Merchant Center permitem sobrescrever atributos específicos (como títulos otimizados) sem modificar o feed principal gerado pela plataforma de e-commerce.
Para lojas que operam nas principais plataformas brasileiras, confira como integrar Nuvemshop, Shopify e Tray com ferramentas de gestão para automatizar a geração e atualização do feed de produtos.
Performance Max: Como Configurar Campanhas que Realmente Escalam
O Performance Max é o formato de campanha mais avançado do Google Ads em 2026. Lançado em substituição ao Smart Shopping, o PMax usa machine learning para distribuir o orçamento automaticamente entre todos os canais do Google — Search, Shopping, YouTube, Display, Gmail e Discover — com o objetivo de maximizar conversões ou o valor das conversões dentro de um ROAS target definido.
A promessa é poderosa, mas a execução exige estratégia. O Performance Max tende a ter desempenho mediano quando configurado com os padrões mínimos, e desempenho excepcional quando alimentado com assets de alta qualidade, audience signals precisos e histórico de conversão robusto. A diferença entre um PMax bem configurado e um mal configurado pode representar 3x ou 4x no ROAS dentro da mesma categoria.
Estrutura de Asset Groups
Os asset groups são os grupos de criativos dentro de uma campanha Performance Max. Cada asset group contém uma combinação de headlines, descrições, imagens, vídeos, logotipos e audience signals. O Google combina esses elementos automaticamente para criar anúncios adaptados a cada usuário e canal.
A recomendação é criar asset groups segmentados por categoria de produto ou tema, não um único asset group genérico para toda a loja. Isso permite que o Google aprenda quais combinações de criativos funcionam melhor para cada segmento, e facilita a otimização manual quando o desempenho de uma categoria específica está abaixo do esperado.
Estrutura recomendada para um e-commerce de médio porte:
- Asset Group por categoria principal: um grupo para Tênis Masculino, outro para Tênis Feminino, outro para Acessórios — com headlines, imagens e descrições específicas para cada categoria
- Asset Group para bestsellers: os 20% de produtos que geram 80% da receita merecem um asset group dedicado, com os criativos mais elaborados e audience signals mais específicos
- Asset Group para liquidação/promoção: quando há produtos em oferta, um asset group com comunicação específica de desconto tem CTR significativamente superior ao asset group padrão da categoria
- Asset Group de remarketing: para usuários que visitaram o site mas não compraram, configure um asset group com headlines focadas em urgência e benefícios de conversão ("Frete grátis hoje", "Parcele em até 12x sem juros")
Qualidade dos Assets: O Fator que Mais Impacta o Desempenho
O Google classifica a qualidade de cada asset group em uma escala de Ruim, Regular, Bom e Excelente. Campanhas com classificação Excelente têm custo por conversão em média 25% menor do que campanhas com classificação Ruim ou Regular. Para atingir Excelente, é necessário:
- Headlines: ao menos 5 headlines únicas e complementares, com variações que incluam a keyword principal, benefícios de produto e diferenciais de compra (frete, parcelamento, garantia)
- Imagens: ao menos 3 imagens de produto em proporção quadrada (1:1), 3 em proporção retangular (1.91:1) e 1 de proporção vertical (4:5). Priorize fotos com produto em uso (lifestyle) além das fotos em fundo branco
- Vídeo: o único asset que o Google não gera automaticamente — e o mais diferenciador. Campanhas sem vídeo têm o Google criando um automaticamente a partir das imagens (resultado geralmente fraco). Produza ao menos um vídeo de 30 a 60 segundos por asset group
- Logotipo: inclua versão horizontal e quadrada do logotipo da marca em alta resolução
Audience Signals: Dando Direcionamento ao Algoritmo
O audience signal é uma das configurações mais mal aproveitadas do Performance Max. Diferente de campanhas de display tradicionais, onde os audiences limitam o alcance dos anúncios, no PMax os audience signals são sugestões ao algoritmo — o Google usa essas informações como ponto de partida para encontrar usuários similares, mas não restringe a campanha a esses públicos.
Os audience signals mais valiosos para e-commerce:
- Listas de clientes existentes (Customer Match): upload da base de e-mails e telefones de compradores recorrentes. Esse é o signal mais poderoso disponível — o Google usa os padrões comportamentais dessa base para prospectar usuários similares com alta propensão de compra
- Visitantes do site (remarketing): segmente por páginas visitadas — visitantes de página de produto têm intenção maior que visitantes da home; quem abandonou o carrinho tem intenção maior ainda
- In-market audiences relevantes: o Google disponibiliza listas de usuários com intenção de compra em categorias específicas. Para moda, use "Roupas e Acessórios"; para eletrônicos, use as subcategorias específicas do produto
- Custom audiences baseadas em keywords e URLs: crie audiences de usuários que buscaram termos específicos relacionados ao seu produto nos últimos 30 dias ou visitaram sites de concorrentes
ROAS Target, Smart Bidding e a Arte de Escalar com Previsibilidade
O ROAS target (tROAS) é a estratégia de lance recomendada para campanhas Performance Max de e-commerce com histórico de conversão estabelecido. Com o tROAS configurado, o Google ajusta automaticamente os lances para maximizar o valor de conversão enquanto tenta atingir o retorno sobre gasto em anúncios definido por você. Na prática: você informa ao Google que quer R$ 5 de receita para cada R$ 1 gasto em publicidade — e o algoritmo opera os lances para atingir esse objetivo.
Como Definir o ROAS Target Correto
O erro mais comum é definir um tROAS muito alto logo na configuração inicial da campanha. Se o Google não consegue atingir o target, ele simplesmente para de competir em leilões — resultando em impressões próximas de zero e sensação de que a campanha "não funciona". A abordagem correta é escalonar o tROAS gradualmente:
- Fase de aprendizado (primeiros 30 dias): use Maximizar Valor de Conversão sem tROAS definido. Deixe o algoritmo coletar dados. O Google precisa de ao menos 50 conversões por mês para que o smart bidding funcione de forma confiável
- Definição inicial do tROAS: após 30-45 dias, calcule o ROAS médio real da campanha e defina o tROAS em 90% desse valor. Se o ROAS médio foi 400%, defina o target em 360%. Isso permite que o algoritmo atinja o objetivo com conforto e volume
- Ajuste gradual: a cada 2-3 semanas, avalie o desempenho. Se a campanha está atingindo o tROAS com volume crescente, aumente o target em 10-15%. Se o volume caiu mais de 20% após o ajuste, recue. A escala saudável é aquela que cresce em receita mantendo o ROAS dentro da faixa de rentabilidade
Campanha Shopping Padrão vs. Performance Max: Quando Usar Cada Uma
Com a introdução do PMax, muitos anunciantes abandonaram completamente as campanhas de Shopping padrão. Isso foi um erro para parte deles. A campanha de Shopping padrão ainda tem papel relevante em situações específicas:
- Controle granular de keywords negativas: o PMax tem opções limitadas de negativas (apenas listas de termos explícitos a nível de conta). A campanha padrão permite estruturar grupos de anúncios com negativas altamente específicas por produto
- Proteção de marca: execute uma campanha de Shopping padrão com prioridade alta exclusivamente para buscas de marca própria. Isso garante que o tráfego de marca — que tem custo mais baixo e maior taxa de conversão — não seja absorvido pelo PMax a lances inflacionados
- Novos produtos sem histórico: produtos recém-cadastrados se beneficiam de uma campanha padrão inicial com lance manual para coletar dados antes de entrar em uma campanha PMax com smart bidding
A estratégia mais robusta para e-commerces de médio e grande porte em 2026 é operar as duas campanhas em paralelo, com configuração de prioridade que direciona determinados produtos ou buscas para a campanha onde têm melhor desempenho.
Período de Aprendizado e Como Minimizá-lo
Toda campanha PMax entra em período de aprendizado quando é criada ou quando recebe alterações significativas (mudança de tROAS, adição de novos asset groups, alteração de orçamento acima de 20%). Durante esse período — que dura entre 1 e 2 semanas — o desempenho é instável e o CPA pode subir. Para minimizar o impacto: evite fazer múltiplas alterações simultâneas, não avalie performance durante o período de aprendizado e não reduza o orçamento caso o desempenho caia — cortar orçamento no aprendizado reinicia o processo.
Segmentação, Exclusões e Controle: Como Recuperar Visibilidade sobre o PMax
Uma das principais críticas ao Performance Max é a falta de transparência: diferente das campanhas de Search ou Shopping padrão, o PMax não mostra quais termos de busca geraram cliques (apenas uma amostra dos mais significativos). Isso levou muitos anunciantes a sentirem que perderam o controle sobre onde seus anúncios aparecem. Felizmente, existem formas de recuperar parte desse controle.
Exclusões de URL e Segmentação de Produtos
No Merchant Center, é possível segmentar quais produtos entram em cada campanha PMax usando os custom_labels configurados no feed. Use essa segmentação para excluir produtos sem estoque, produtos com margem negativa em publicidade e produtos em categorias que historicamente não convertem via tráfego pago. Produtos ruins na campanha diluem o orçamento e ensinam o algoritmo com dados de baixa qualidade.
Listas de Keywords Negativas no PMax
O Performance Max aceita keywords negativas apenas a nível de conta — não por campanha. Para configurar, acesse as ferramentas compartilhadas do Google Ads e crie uma lista de termos negativos que não devem acionar seus anúncios em nenhuma campanha. Exemplos típicos de termos a negativar:
- Termos de baixa intenção de compra: "grátis", "download", "tutorial", "como fazer" (quando o produto não é um curso)
- Termos de marcas concorrentes (se você não quer competir diretamente nesses termos pagando CPC de leilão acirrado)
- Termos de categorias que você não vende (fundamental para lojas de nicho que podem ser acionadas por variações semânticas fora do escopo do catálogo)
- Termos de marca própria (proteja via campanha de Shopping padrão separada, conforme explicado na seção anterior)
Insights do PMax: Como Extrair Dados Úteis
Apesar da caixa-preta, o PMax disponibiliza insights valiosos que devem ser monitorados semanalmente:
- Relatório de termos de busca (parcial): mostra os termos mais relevantes que acionaram a campanha. Use para identificar padrões de busca e alimentar a lista de negativos
- Performance por asset: o Google indica quais headlines, imagens e descrições têm classificação Melhor, Bom ou Baixo. Substitua os assets com classificação Baixo por novos criativos a cada 30-45 dias
- Diagnóstico de público: mostra quais segmentos demográficos e de interesse estão convertendo — informação valiosa para refinar os audience signals e orientar a criação de novos criativos
- Canais de distribuição: o breakdown por canal (Shopping, Search, YouTube, Display etc.) revela onde o orçamento está sendo alocado. Se o YouTube está consumindo 70% do orçamento sem retorno proporcional, avalie se os vídeos estão adequados ou se vale criar uma campanha de Shopping separada para isolar o inventário
Calendário de Otimização e Gestão Contínua de Campanhas de Shopping
Campanhas de Google Shopping e Performance Max não são do tipo "configure e esqueça". O mercado competitivo, as variações sazonais e as constantes atualizações do algoritmo do Google exigem uma rotina de otimização consistente. Lojistas que monitoram e ajustam suas campanhas semanalmente têm desempenho em média 40% superior aos que revisam mensalmente.
Rotina Semanal de Otimização
- Diagnóstico do Merchant Center: verificar novas reprovações de produto e resolver dentro de 48h para evitar perda de elegibilidade de campanha
- Análise de ROAS por categoria: identificar quais categorias estão acima e abaixo do target. Categorias consistentemente abaixo do target devem ser investigadas (problema de preço? de imagem? de concorrência acirrada?)
- Revisão de impressões e budget pacing: verificar se o orçamento está sendo esgotado antes do fim do dia (sinal de que o tROAS está baixo demais) ou se está sobrando (sinal de que o target pode ser otimizado ou que o catálogo tem produtos com baixa elegibilidade)
- Novos termos de busca negativos: revisar o relatório de termos do PMax e adicionar negativos pertinentes
Rotina Mensal de Otimização
- Atualização de assets: substituir headlines, imagens e descrições com classificação Baixo por novos criativos. Teste ao menos uma variação nova de vídeo por trimestre
- Revisão de audience signals: atualizar as listas de Customer Match com os novos compradores do mês e revisar as audiências de remarketing para refletir o comportamento atual dos visitantes
- Análise de produtos top e bottom: identifique os 10 produtos com maior gasto e menor ROAS. Eles podem estar drenando o orçamento de produtos mais rentáveis. Avalie exclusão do catálogo de campanha ou ajuste de preço/listing
- Revisão do tROAS: com base nos 30 dias de desempenho, avalie se é o momento de ajustar o target para cima (se a campanha está atingindo confortavelmente e com volume crescente) ou para baixo (se o volume caiu e a conta tem capacidade de crescer com ROAS ligeiramente menor)
Preparação para Datas Sazonais
Datas como Dia das Mães, Black Friday e Natal respondem por uma parcela desproporcional da receita anual no e-commerce brasileiro. Para essas datas, as campanhas de Shopping precisam de preparação antecipada:
- Atualize o feed com preços promocionais e atributo sale_price ao menos 7 dias antes da data
- Aumente o orçamento diário gradualmente a partir de 10-14 dias antes do pico — não de forma abrupta no dia da promoção
- Crie asset groups específicos com comunicação da promoção ("Black Friday", "Dia das Mães") para aumentar CTR durante o período
- Monitore o estoque em tempo real — produtos que esgotam durante a campanha devem ser pausados imediatamente para não desperdiçar CPC em produtos indisponíveis. Veja como uma gestão de estoque inteligente protege o desempenho das suas campanhas em picos de demanda
Como o Pós-Venda da WEHSOFT Multiplica o Retorno do Seu Investimento em Google Shopping
Escalar vendas via Google Shopping e Performance Max é uma decisão de mídia. Mas o retorno real sobre esse investimento — medido ao longo do tempo, não apenas na primeira compra — depende do que acontece depois do clique. Um cliente adquirido por R$ 35 de CPA no Google Shopping pode valer R$ 350 ao longo de 12 meses, ou pode valer apenas os R$ 90 da compra inicial, dependendo da experiência de pós-compra que ele recebe.
É exatamente nessa equação que o ecossistema WEHSOFT atua, transformando o ROI de campanhas de performance em resultados duradouros de fidelização e LTV:
- Já Enviou — Rastreamento com Notificações via WhatsApp: o cliente que chegou pela primeira vez via Google Shopping tem expectativa alta e pouca tolerância a incerteza na entrega. O Já Enviou envia atualizações automáticas de rastreamento em cada etapa logística via WhatsApp, reduzindo a ansiedade pós-compra, diminuindo chamados de SAC e aumentando a satisfação do novo comprador com a experiência de compra
- Já Avaliou — NPS e Captura de Avaliações: após a entrega, o Já Avaliou dispara uma pesquisa de NPS e direciona promotores a deixar avaliação pública no Google. Mais avaliações positivas no Google Meu Negócio e nos selos de confiança elevam a taxa de conversão da loja virtual — reduzindo o número de cliques (e o gasto em Google Shopping) necessários para cada venda futura
- HUB — CRM Omnichannel e Campanhas no WhatsApp: com o HUB WEHSOFT (API oficial Meta), você converte o cliente adquirido via Google Shopping em um contato direto no WhatsApp. Campanhas de recompra, reativação e cross-sell via WhatsApp têm taxas de abertura de 85-90% e custo de comunicação muito inferior ao CPA de uma nova campanha de Google Ads — aumentando o LTV sem elevar o investimento em mídia. Entenda como a automação de marketing via WhatsApp complementa suas campanhas de performance no Google
- Quero Trocar — Logística Reversa sem Fricção: clientes adquiridos via tráfego pago têm alta expectativa e comparam a experiência de troca com as referências que o mercado estabeleceu. O Quero Trocar automatiza a logística reversa, transformando uma troca em um ponto de fidelização. Clientes que tiveram trocas bem resolvidas retornam com taxa 60% superior — e costumam deixar avaliações positivas que fortalecem a reputação da loja para futuras campanhas. Saiba como a gestão de trocas e devoluções impacta a retenção de clientes
- Plataforma de Atendimento Omnichannel: o SAC unificado da WEHSOFT centraliza todos os contatos — WhatsApp, e-mail e chat — em um único painel, garantindo que clientes adquiridos via Google Shopping recebam atendimento rápido e consistente em qualquer canal em que escolham contatar a loja
A lógica é clara: aumentar o investimento em Google Shopping e Performance Max sem estrutura de pós-venda é como encher um balde furado. A WEHSOFT fecha esse ciclo — garantindo que cada real investido em mídia de performance se converta não apenas em uma venda, mas em um cliente que volta, avalia positivamente e recomenda a loja.
Se você está escalando ou planejando escalar suas campanhas de Google Shopping em 2026, converse com um especialista WEHSOFT e descubra como estruturar uma operação de pós-venda que multiplica o retorno de cada clique.
Transforme cada clique do Google Shopping em um cliente fiel
Com as soluções WEHSOFT de rastreamento, NPS, CRM via WhatsApp e logística reversa, você multiplica o retorno de cada real investido em mídia de performance — convertendo compradores de primeira viagem em clientes recorrentes de alto LTV.
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